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VACINA CONTRA A RUBÉOLA – ESCLARECIMENTOS

29 setembro, 2008 por Fernando Funicelli

Devido ao grande número de questões e dúvidas a respeito da vacina e campanha contra rubéola, principalmente relacionadas à gravidez, procuramos um médico ginecologista/obstetra para que o mesmo possa sanar a maioria das dúvidas aqui encontradas.

Agradecemos o Dr. Francisco Engelke Alves, que também é o diretor técnico da Alpha Home Care, que presta serviços médicos à domicílio em São Paulo.

Vamos aos exclarecimentos:

O que é rubéola?

Muito já se falou sobre a doença rubéola: uma doença infecciosa provocada por um vírus, altamente contagiosa e de alta prevalência.

A principal preocupação da infecção pelo vírus da rubéola é quando a mulher contrai o vírus durante a gestação. Nestes casos o vírus é transmitido para o feto causando a doença (que se chama Síndrome da Rubéola Congênita), que pode resultar em problemas sérios, como: abortamento espontâneo, defeitos congênitos na criança, catarata, glaucoma, surdez, retardo mental, etc.

Por que as campanhas de vacinação?

As campanhas de vacinação visam reduzir a ocorrência destes problemas, incentivando a população a se vacinar, para prevenir as epidemias de rubéola que ocorrem geralmente a cada 6 – 10 anos, no inverno e na primavera. O objetivo a longo-prazo é erradicar esta doença infecciosa do país como aconteceu com a paralisia infantil.

No Brasil, a vacinação é obrigatória a partir de 1 ano de idade desde 1997, administrada, geralmente, em associação com a vacina contra sarampo e caxumba – vacina tríplice.

A vacina utilizada é feita  partir de cepa do vírus vivo atenuado RA 27/3.

A vacina é eficaz na prevenção da doença?

Sim. A vacina contra a rubéola é eficiente em quase 100% dos casos.

Além das crianças, a vacina deve ser administradas em mulheres que não tiveram a doença antes de engravidar.

A vacina deve ser dada também em homens?

Sim. A campanha deste ano pretendeu atingir especialmente o público masculino com base em dados epidemiológicos de 2007 que mostraram que cerca de 70% dos casos confirmados de rubéola aconteceram em homens.

Por que a campanha fez ênfase na faixa etária de 20 a 39 anos?

Porque esta foi a faixa de idade mais acometida pela doença em ambos os sexos nos dados de 2007 dos mais de 8000 casos notificados.  Em 2008, a situação está se repetindo, como se pode ver no gráfico do Ministério da Saúde.

A vacina pode ser dada em gestantes?

Não, ela está contra-indicada para mulheres grávidas.

Também se recomenda que as mulheres vacinadas não engravidem no período de um mês após a administração da vacina.

E se a mulher descobrir que estava grávida e que recebeu a vacina?

A contra-indicação de vacinação de gestantes se baseia em um risco teórico, uma vez que a vacina é feita de vírus vivo atenuado. O risco de ocorrer algum problema é inferior a 1%; assim mesmo este percentual é considerado por limitações estatísticas e não com base em dados de ocorrência da doença.

Não existe nenhum caso documentado da ocorrência da doença, nos últimos 30 anos, em filhos de mulheres que estavam grávidas e que receberam inadivertidamente a vacina.

Assim, se a paciente se descobrir grávida após tomar vacina, não há motivo para tomar qualquer medida precipitada, mas somente informar ao médico que deverá manter uma conduta expectante.

Considerando as informações colhidas nas campanhas feitas no Brasil e a experiência de outros países, como Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, etc., a possibilidade de acontecer a rubéola congênita (a transmitida para o feto pela mãe) em crinças nascidas de mães que tomaram inadivertidamente a vacina é mínima, se não for nula.

A mulher que está amamentando pode tomar a vacina?

Após o parto, a mulher poderá receber a vacina a qualquer hora. Não há contra-indicação à amamentação se a mulher tomou a vacina ou mesmo se apresentar a doença rubéola.

Existem outras contra-indicações à vacinação contra a rubéola?

Sim. A vacina está contra-indicada a pessoas que já tiveram reação alérgica grave à vacina, a indivíduos com imunodeficiências congênitas ou adquiridas (AIDS), com baixa imunidade, sob tratmento quimioterápico e a transplantados de medula óssea cuja cirurgia tenha sido feita há menos de dois anos.

Pessoas que tomaram a vacina podem tomar bebida alcoólica?

A princípio, não há referências de interações entre o uso de álcool e a vacina. Mas seria melhor, por precaução não associar as duas coisas. De um modo geral, não se deve combinar bebida alcoólica com nenhum medicamento.

Esperamos ter ajudado as sanar todas as dúvidas, ou pelo menos a maioria das encontradas nos comentários.

Agradecimentos especiais à Alpha Home Care e ao Dr. Francisco Engelke.


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DÚVIDAS SOBRE A VACINA CONTRA RUBÉOLA

21 agosto, 2008 por Gustavo Tijolo

Recebemos muitos comentários no post sobre a vacinação contra Rubéola, a maioria dos comentários foram com perguntas sobre a gravidez e a vacina contra rubéola, não sou a pessoa indicada para responder essas perguntas e também não aconselho perguntarem para o amigo, vizinho, parente… Saúde é um assunto muito sério e somente um médico, profissional da saúde, possui essas informações com segurança.
Pesquisei na Web e encontrei um site oficial do Governo http://www.brasillivredarubeola.com.br lá é possível encontrar muita informação sobre a Rubéola, o que pode e não pode.

Existe também um blog que está sendo atualizado diariamente.


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VACINA CONTRA RUBÉOLA

15 agosto, 2008 por Gustavo Tijolo

Ouvi no rádio, li no jornal, vi na televisão, mas só prestei atenção na Campanha de Vacinação contra Rubéola quando recebi um e-mail sobre, e agora dissemino a mensagem aqui no Blog, pois é um assunto de muita importância para a saúde de todos. Portanto, procure um Posto de Saúde para receber a vacina contra Rubéola.

De 09 de agosto à 12 de setembro deste ano, toda a população de homens e mulheres na faixa etária dos 20 aos 39 anos (Mesmo quem já teve rubéola, exceto as gestantes) deverão ser vacinados com a Dupla Viral.
O objetivo dessa campanha é a erradicação da Rubéola.
Para quem não sabe, se uma gestante for contaminada com o vírus poderá ter um filho com sérias complicações, como: retardo mental, surdez, problemas cardíacos, etc.
A população masculina nunca foi vacinada para Rubéola, no entanto, podem transmitir o vírus para outras pessoas, inclusive gestantes que ainda nem sabem que estão grávidas.
Ajudem a divulgar a campanha mandando esta mensagem para seus malings.
Vamos todos fazer parte desta história e ajudar a erradicar a Rubéola do Brasil.
Esse foi um compromisso que o Brasil assumiu na OPAS e foi pactuado entre Estados e Municípios.

O que é Rubéola?

A Rubéola ou Rubela é uma doença causada pelo vírus da rubéola e transmitida por via respiratória. É uma doença geralmente benigna, mas que pode causar má formações no embrião em mulheres grávidas.

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