CORRIDA VERTICAL NO BRASIL, UM DESAFIO PARA QUEM BUSCA SAÚDE

13 agosto, 2010 por Gustavo Tijolo

Esses dias fiquei sabendo da Corrida Vertical que é um esporte bem diferente.

Como funciona?

Atletas amadores e profissionais correm pelas escadas internas de grandes edifícios da cidade.

Como assim?

Sabe quando acaba a luz do prédio e o elevador não funciona, ou então quando elevador quebra e você tem que subir ou descer de escada até seu destino e durante a “caminhada” você xinga meio mundo? Então, é quase essa a proposta da corrida vertical, você tem que subir correndo dezenas de andares.

Quando vai ser?

No próximo dia 29 de Agosto.

Onde?

O evento será realizado nas escadarias do Edifício Nestlé, localizado na Avenida Chucri Zaidan, 246.

No próximo dia 29 a cidade de São Paulo receberá a Corrida Vertical Brasil, competição com formato inédito no Brasil, na qual os corredores terão que enfrentar 765 degraus de subida no prédio da Nestlé, zona sul da capital. A largada acontece no piso térreo do edifício, enquanto a chegada será no heliponto, a mais de 100 metros de altura.

Na prova principal haverá largada a cada 30 segundos entre os competidores que brigarão por um lugar ao pódio, enquanto os amadores sairão em baterias de 30 pessoas. Para aqueles menos condicionados, haverá a opção de participar da caminhada vertical, cujo objetivo será apenas completar o percurso, sem preocupação com performance.

Esse tipo de prova já acontece com freqüência fora do país e existe inclusive um circuito mundial, com etapas na Itália, Estados Unidos, Grã Bretanha, Alemanha, Taiwan, Espanha e Cingapura. Uma das mais famosas é do Empire State Building, com seus 1.576 degraus e que esse ano chegou à 33ª edição.

Eu gostei da proposta e está quase certo que vou participar com alguns amigos do trabalho. Alguém aqui topa ou vai participar?

Inscrições e maiores informações aqui: http://www.corridavertical.com.br/


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OS JUDEUS CONTRA-ATACAM

6 agosto, 2010 por Camilo Lima

Olá, espero que tenham gargalhado com o último filme porque hoje vou falar de um bom filme que tem de tudo um pouco mas não tem nada de engaraçado: cenas eletrizantes de combate, questionamentos político-sociais e filosóficos, drama e romance.

Um Ato de Liberdade” do diretor Edward Zwick (Diamantes de Sangue e O Último Samurai) é um drama de guerra ambientado na Bielorrúsia durante a segunda guerra mundial. Conta uma história real muito interessante com bela fotografia e uma combinação de cenas de ação e atuações convincentes.

Tuvia (Daniel Craig), Zus (Liev Schreiber -X-Men Origens) e Asael (Jamie Bell – Billy Elliot) são os irmãos Bielski. Sobreviventes judeus de um ataque que matou seus pais na fazenda onde viviam. Os irmãos se refugiam passando a viver na floresta da região, local que passa a receber a cada dia, mais e mais sobreviventes virando um pólo de resistência ao exército alemão e questão de honra para o Fuher. O desejo de sobreviver gera dois comportamentos: a organização em comunidade com seus conflitos naturais exacerbados pela escassez, e a vontade de reagir. O filme lembra em alguns aspectos, Bastardos Inglórios do Tarantino e O Senhor das Moscas pois mostra personagens que se recusam a ser vítimas e por mostrar a dificuldade da vida em sociedade sem um braço forte no comando.

O filme mostra também um aspecto da segunda guerra que dificilmente é mostrado por Hollywood, a participação contundente da Rússia para a vitória dos aliados seja com batalhões tradicionais, seja com combates dos guerrilheiros partizans.

Na guerra o homem revela seus limites e todas as nuances de sentimentos são exacerbados.

Bom filme para aprender, refletir e se divertir!

Um Ato de Liberdade (Defiance)

EUA , 2008 – 137

Drama / Guerra

Direção:

Edward Zwick

Roteiro:

Clayton Frohman, Edward Zwick

Elenco:

Daniel Craig, Liev Schreiber, Jamie Bell, Alexa Davalos


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SAIBA COMO FICAR ESTILOSO NO INVERNO

5 agosto, 2010 por Luciana Garcia

Dizem que o inverno é a estação mais chique, porque as pessoas se vestem com charme. Faz todo o sentido, mas dizer que isso sempre é verdade seria um equívoco. Afinal, não é muito fácil se encapotar de agasalho para não passar frio e ainda pensar em manter a classe. Mas, pensando nisso, juntamos algumas dicas que podem ajudar a criar um visual tão aconchegante quanto estiloso.

Acho que a primeira boa dica é um acessório muitas vezes esquecido, mas que é capaz de mudar completamente um visual de inverno: o cachecol. Ter pelo menos um de boa qualidade no guarda-roupa é muito estratégico, e na hora da compra a primeira coisa a reparar é no tecido: deve ser macio e confortável ao toque, para evitar aquela coceirinha chata que alguns tipos de lã provocam. Atenção também para a cor e a estampa. É legal que o cachecol possa se destacar, ao menos um pouco, das roupas com que você for usar, principalmente a camisa/ jaqueta, e é essencial que você se sinta bem com a cor escolhida.

As formas de usar são outro ponto importante: você pode simplesmente dar uma volta simples no pescoço, deixando a ponta cair atrás, fazer o tipo “gravata”, dobrando o cachecol ao meio e em torno do pescoço com as pontas para a frente e passando-as por dentro da parte dobrada (este modo de uso é mais chique, e aquele, melhor), pode dar uma volta de frente para trás, deixando as duas pontas caindo na frente (de preferência, de maneira irregular), considerado um estilo mais fashion, ou ainda enrolá-lo todo no pescoço, desde que não crie muito volume, o que dá um ar mais maduro.

Observando as fotos fica mais fácil de acompanhar os quatro modos principais de uso, mas você pode criar outros: o segredo é sempre ver no espelho se o resultado ficou harmônico, e não esquisito.

Como usar o Cachecol?

Outra peça essencial para o visual de inverno é a jaqueta. Os jaquetões acolchoados, por exemplo, são dos mais quentinhos, mas é legal observar no espelho se não engordam muito. Os mais longos e estruturados sempre terão um caimento melhor. Além disso, a qualidade da jaqueta conta muito. Veja os detalhes do acabamento e se ela tem bolsos e zíperes (que geralmente engordam menos) e outros detalhes bem-feitos. Agora, se você quiser realmente marcar presença, NADA pode ser tão charmoso quanto um bom sobretudo. Se você tiver estatura baixa, procure parcas (casacos que amarram na cintura) que não sejam muito longas e o efeito será o mesmo.

Finalmente, tenha sempre no guarda-roupa um bom suéter (blusa de lã, de preferência com gola em V ou cacharrel, se você for magro), que alongam o corpo, e procure comprar cores variadas para não parecer que está sempre com a mesma roupa. Tenha pelo menos uma peça de cor mais forte: isso vai marcar presença vez ou outra. E se encontrar um bom xadrez ou aquela estampa tradicional com losangos, invista na compra, especialmente se for um cashmere (o vendedor certamente saberá informar).

Para completar, se você for ousado, uma boina ou um chapéu sempre dão um ar a mais de estilo, desde que bem combinados com o resto do visual – e que você se sinta bem em usar. Com esses cuidados, e a roupa bem cuidada, você certamente fará parte do grupo de charmosos.


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FISICULTURISTAS EM JOGOS GAYS NA ALEMANHA

5 agosto, 2010 por Gustavo Tijolo

Concurso reúne atletas com mais de 70 anos na cidade de Colônia. Evento reúne mais de 10 mil gays e lésbicas em 35 modalidades.

Nem tenho muito o que escrever, só achei a foto “engraçada”… rs… :)

Fonte: http://g1.globo.com/mundo/noticia/


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METROSSEXUAL ESTÁ NA MÍDIA

30 julho, 2010 por Gustavo Tijolo

Essa semana dois programas de canal aberto abordaram o tema Metrossexual, o tema é polêmico, aqui no blog já publicamos algumas vezes a definição do estilo. Demos entrevista para jornais e revistas representando o blog e sempre defendemos o estilo Metrossexual como uma tendência e cada vez mais vemos que os homens estão preocupados com a aparência, as roupas e etc…

Um dos programas foi na segunda-feira (26/07), A Liga na Band, o tema foi “O poder da Beleza” e em algumas partes fizeram referência ao Metrossexual, como a depilação masculina.

Vale lembrar que esta expressão usada para homens vaidosos nada tem a ver com sexualidade dos homens. O metrossexual cultua a beleza e o cuidado com o corpo e o homossexual se relaciona e sente desejo por pessoas do mesmo sexo.

O outro programa foi na quarta-feira (28/07), Casos de Família no SBT, o tema foi “Ele é uma diva ou Metrossexual” houve um debate entre os machões e os metrossexuais. Não conseguimos inserir o vídeo do programa aqui no blog, mas quem quiser assistir está aqui:

http://www.sbt.com.br/casosdefamilia/

Bom, o interessante é que falem mal ou falem bem, sempre falam de metrossexual e no fim das contas a aprovação por parte das mulheres existe e os homens estão aderindo o estilo, mesmo que aos poucos.


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VOCÊ JÁ ENCAROU UMA CABRA HOJE?

29 julho, 2010 por Camilo Lima

Olá gente, gostaria de propor um jogo… Vamos chamar de Associação, certo?

Todo filme que eu comentar aqui terá pelo menos um ponto em comum com o anterior, por vezes será bem óbvio como, por exemplo, mesmo diretor ou ator. Já em outras vezes a intersecção será bem difícil de ser identificada, como nos dois primeiros filmes que comentei que têm como elemento em comum o fato de serem ambientados em um subúrbio americano. Sintam-se a vontade para usar a área de comentários para entrar na brincadeira…

Bem, regras ditas vamos ao filme de hoje…

“Os Homens Que Encaravam Cabras” dirigido por Grant Heslov e estrelado pelos sempre impecáveis Jeff Bridges, Ewan McGregor, Kevin Spacey e George Clooney que também é o produtor.

O filme conta com um elenco de primeira e mostra ao que vem logo de cara dizendo “você ficaria surpreso com a quantidade de coisas neste filme que são verídicas”.

Trata-se da história do militar Bill Django (Jeff Bridges) e seus recrutas (George Clooney e Kevin Spacey), contada por Bob Wilton, um repórter covarde e meia boca (Ewan McGregor).

Bill é veterano do Vietnã e acredita ser possível fazer a paz não com tiros, mas com amor. O cara não só vira um bicho-grilo de primeira como arruma financiamento do governo para implementar suas teorias e táticas em uma divisão especial que emprega poderes psíquicos em combate – verdadeiros guerreiros Jedi. O longa intercala os flashbacks dos anos 80, do treinamento de Django e seus homens, com a trama ambientada no Iraque dos dias de hoje.

No Iraque, depois de uma desilusão amorosa, Bob (Ewan McGregor) está à procura de uma grande matéria e acaba encontrando Lyn Cassady (Clooney) que se encontra em uma missão solo: encontrar seu mentor Bill Django. Sem ter pistas do paradeiro de Bill, os dois se vêm em situações absurdas no meio da guerra.

O filme retrata a guerra e o exército expondo seus lados ridículos de paranóia, prepotência e desorganização, mas não ridiculariza os soldados, pois mesmo sendo colocados em situações cômicas os homens de farda são sujeitos que levam muito a sério o combate e suas crenças. O filme lembra muito o Sr Fantástico do Kubrick.

O filme é ótimo: argumento original, bela fotografia, interpretações impecáveis além de humor afinado e crítico.

Definitivamente vale a pena! :)

Os Homens Que Encaravam Cabras (The Men Who Stare At Goats)

EUA , 2009 – 94 minutos

Guerra/Comédia

Direção:

Grant Heslov

Roteiro:

Peter Straughan, Jon Ronson (livro)

Elenco:

George Clooney, Ewan McGregor, Jeffrey Bridges, Kevin Spacey, Stephen Lang, Robert Patrick, Waleed Zuaiter, Stephen Root


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O GRÁFICO DA VIDA DO HOMEM

26 julho, 2010 por Gustavo Tijolo

E sabe o que é pior?

É verdade!


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POR QUE USAR SAPATÊNIS?

23 julho, 2010 por Luciana Garcia

Logo depois de escrever o primeiro artigo, eu estava na casa de uns amigos e contei que havia escrito um texto sobre os casais destoantes. Meu amigo foi direto ao ponto: antes de eu dizer qualquer coisa, foi logo reclamando que sua jovem esposa vivia pressionando-o a usar sapatênis, e que ele achava desconfortável e só usava tênis – ou sapatos em casamentos. E eu percebi que o sapatênis dá um tema sozinho.

Vamos por partes: em primeiro lugar, conforto e acomodação não podem e não devem se misturar, como já comentei antes. Esse mito tem que cair! É fundamental ter conforto em toda a vestimenta – embora em ocasiões especiais até haja casos em que vale a pensa abrir mão disso um pouquinho… rs –, mas ficar acomodado sem nem mesmo tentar buscar melhorar a aparência não faz sentido quando existem opções. O sapatênis não é apenas um tipo de calçado; é quase um conceito, tantas são as variações e opções de modelos. Imagino que o cara – ou a mulher… – que criou o sapatênis pensou: “Homem gosta de conforto; preciso criar um tênis com cara de sapato!”. Trata-se justamente de uma alternativa que proporcione mais conforto que o sapato sem apresentar o ar esportivo e relaxado do tênis, certamente conferindo mais charme e modernidade à aparência masculina – e as mulheres reparam nisso.

Além do que a fronteira entre o sapato e o tênis tem se tornado tão sutil que muitos tênis, especialmente os puxados para o bege e o marrom, acabam fazendo o mesmo efeito. Acima de tudo, o importante é não deixar de experimentar diferentes modelos, de preferência de cores bem neutras se for o seu primeiro par, até encontrar aquele que lhe ofereça o tão sonhado conforto. É um investimento de tempo que vale a pena; depois você pode ir comprando outros modelos da mesma marca sem pensar muito nem perder tempo. Mas não se esqueça de que as mulheres são capazes de investir muito em sua sensualidade, apostando em saltos finos para melhorar toda a sua silhueta, e que um pouquinho de esforço para se equiparar a elas no quesito pés não é nenhum fim de mundo… Até porque no início do século XX os homens sofriam bem mais com seus ternos, chapéus e colarinhos engomados… Não deixe de aproveitar os benefícios tecnológicos dos novos tempos!


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O INFERNO É AQUI, QUE FILME!

22 julho, 2010 por Camilo Lima

O Inferno é aqui!

No meu primeiro post eu falei de um filme que vi e gostei, agora vou falar de um que foi bem difícil de ver até o final.

Assistir a O Paraíso É Logo Aqui (Henry Poole Is Here) foi um sacrifício de 99 minutos que pareciam não ter fim.

Neste filme dirigido por Mark Pellington em 2008, Luke Wilson é Henry Poole, um cara que está doente e vai morrer logo, portanto desiste de viver e espera o fim de seus dias dormindo, enchendo a cara de manguaça e se alimentando de pizza e donnuts em uma casa detonada de um típico subúrbio americano.

Henry quer ficar tranqüilo manguaçando, mas tem umas vizinhas que não o deixam em paz: uma religiosa mexicana que vê o rosto de Cristo na parede da casa do cara e uma loirinha delícia e sua filha pequena que têm uns traumas a superar.

O cara querendo morrer e a vizinha dando em cima, a filha se apegando e a carola trazendo romarias pro quintal do cara… . Até a caixa do supermercado que usa uns óculos que são verdadeiros fundos de garrafa resolve dar uma de psicóloga!

O argumento parece surreal o suficiente para deixar o filme interessante e pode enganar uns desavisados como eu, mas o filme se mostra na verdade a soma da interpretação usualmente ruim do L. Wilson com montagem chata e previsível mais fotografia pretensiosamente metida a artsy. Ou seja, uma bomba! Nem e a trilha sonora salva de tão manjada.

Quem gosta de dramalhão vai gostar, eu não gostei. Fica a dica reversa.

Em tempo, fica claro que a habilidade de Luke em escolher projetos é inversamente proporcional a de seu irmão Owen.

O Paraíso É Logo Aqui (HENRY POOLE IS HERE)

EUA, 2008

Drama

Direção:

Mark Pellington

Roteiro:

Albert Torres

Elenco:

Luke Wilson, Radha Mitchell, Adriana Barraza, George Lopez


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CRIATIVIDADE NO CAPACETE

21 julho, 2010 por Gustavo Tijolo


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