Cultura | UmMetrossexual.com - Part 2

VOCÊ JÁ ENCAROU UMA CABRA HOJE?

29 julho, 2010 por Camilo Lima

Olá gente, gostaria de propor um jogo… Vamos chamar de Associação, certo?

Todo filme que eu comentar aqui terá pelo menos um ponto em comum com o anterior, por vezes será bem óbvio como, por exemplo, mesmo diretor ou ator. Já em outras vezes a intersecção será bem difícil de ser identificada, como nos dois primeiros filmes que comentei que têm como elemento em comum o fato de serem ambientados em um subúrbio americano. Sintam-se a vontade para usar a área de comentários para entrar na brincadeira…

Bem, regras ditas vamos ao filme de hoje…

“Os Homens Que Encaravam Cabras” dirigido por Grant Heslov e estrelado pelos sempre impecáveis Jeff Bridges, Ewan McGregor, Kevin Spacey e George Clooney que também é o produtor.

O filme conta com um elenco de primeira e mostra ao que vem logo de cara dizendo “você ficaria surpreso com a quantidade de coisas neste filme que são verídicas”.

Trata-se da história do militar Bill Django (Jeff Bridges) e seus recrutas (George Clooney e Kevin Spacey), contada por Bob Wilton, um repórter covarde e meia boca (Ewan McGregor).

Bill é veterano do Vietnã e acredita ser possível fazer a paz não com tiros, mas com amor. O cara não só vira um bicho-grilo de primeira como arruma financiamento do governo para implementar suas teorias e táticas em uma divisão especial que emprega poderes psíquicos em combate – verdadeiros guerreiros Jedi. O longa intercala os flashbacks dos anos 80, do treinamento de Django e seus homens, com a trama ambientada no Iraque dos dias de hoje.

No Iraque, depois de uma desilusão amorosa, Bob (Ewan McGregor) está à procura de uma grande matéria e acaba encontrando Lyn Cassady (Clooney) que se encontra em uma missão solo: encontrar seu mentor Bill Django. Sem ter pistas do paradeiro de Bill, os dois se vêm em situações absurdas no meio da guerra.

O filme retrata a guerra e o exército expondo seus lados ridículos de paranóia, prepotência e desorganização, mas não ridiculariza os soldados, pois mesmo sendo colocados em situações cômicas os homens de farda são sujeitos que levam muito a sério o combate e suas crenças. O filme lembra muito o Sr Fantástico do Kubrick.

O filme é ótimo: argumento original, bela fotografia, interpretações impecáveis além de humor afinado e crítico.

Definitivamente vale a pena! :)

Os Homens Que Encaravam Cabras (The Men Who Stare At Goats)

EUA , 2009 – 94 minutos

Guerra/Comédia

Direção:

Grant Heslov

Roteiro:

Peter Straughan, Jon Ronson (livro)

Elenco:

George Clooney, Ewan McGregor, Jeffrey Bridges, Kevin Spacey, Stephen Lang, Robert Patrick, Waleed Zuaiter, Stephen Root


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O INFERNO É AQUI, QUE FILME!

22 julho, 2010 por Camilo Lima

O Inferno é aqui!

No meu primeiro post eu falei de um filme que vi e gostei, agora vou falar de um que foi bem difícil de ver até o final.

Assistir a O Paraíso É Logo Aqui (Henry Poole Is Here) foi um sacrifício de 99 minutos que pareciam não ter fim.

Neste filme dirigido por Mark Pellington em 2008, Luke Wilson é Henry Poole, um cara que está doente e vai morrer logo, portanto desiste de viver e espera o fim de seus dias dormindo, enchendo a cara de manguaça e se alimentando de pizza e donnuts em uma casa detonada de um típico subúrbio americano.

Henry quer ficar tranqüilo manguaçando, mas tem umas vizinhas que não o deixam em paz: uma religiosa mexicana que vê o rosto de Cristo na parede da casa do cara e uma loirinha delícia e sua filha pequena que têm uns traumas a superar.

O cara querendo morrer e a vizinha dando em cima, a filha se apegando e a carola trazendo romarias pro quintal do cara… . Até a caixa do supermercado que usa uns óculos que são verdadeiros fundos de garrafa resolve dar uma de psicóloga!

O argumento parece surreal o suficiente para deixar o filme interessante e pode enganar uns desavisados como eu, mas o filme se mostra na verdade a soma da interpretação usualmente ruim do L. Wilson com montagem chata e previsível mais fotografia pretensiosamente metida a artsy. Ou seja, uma bomba! Nem e a trilha sonora salva de tão manjada.

Quem gosta de dramalhão vai gostar, eu não gostei. Fica a dica reversa.

Em tempo, fica claro que a habilidade de Luke em escolher projetos é inversamente proporcional a de seu irmão Owen.

O Paraíso É Logo Aqui (HENRY POOLE IS HERE)

EUA, 2008

Drama

Direção:

Mark Pellington

Roteiro:

Albert Torres

Elenco:

Luke Wilson, Radha Mitchell, Adriana Barraza, George Lopez


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ROUPAS DE INVERNO, POSSO USAR JAQUETA DE COURO?

19 julho, 2010 por Gabriel Aguilar

O problema deste dias frios é: o quê usar para se proteger do frio?

Na verdade eu acho que não seja um problema e sim achar uma solução. Outro dia estava andando pela Avenida Paulista em São Paulo e passou ao meu lado uma pessoa que usava uma jaqueta de couro. Além de estar meio velha (sem contar que era uma jaqueta da época do meu pai) deixava um rastro de odor bem desagradável, algo assim como naftalina com suor e perfume.

Eu acho que cuidar-se não é só cuidar do físico e sim do que nós vamos usar e de que forma usamos as prendas de vestir.

O couro foi usado desde a época das cavernas, foi usado como uma forma de se proteger para o frio. E convenhamos, é muito fácil combinar uma boa jaqueta de couro, embora haja alguns ativistas que sejam contra o uso de animais em prendas de vestir, vale lembrar que alguns animais são criados para esse fim.

O couro é uma boa opção para o inverno, mas acho que alguns cuidados precisam ser tomados. Li num site espanhol que para limpar as roupas de couro, basta misturar duas tampas de xampu de bebê em três copos de água morna. E com essa mistura escovar suavemente as partes que mais “sujam”: golas e punhos. Depois, é só passar um pano seco.

Claro que deixar as prendas arejando, ajuda muito para não deixar um “rastro de cheiro”


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PARA TUDO TEM UMA PRIMEIRA VEZ, QUE TAL ZUMBIS?

14 julho, 2010 por Camilo Lima

Olá,

Esse é meu primeiro post aqui no blog Um Metrossexual – ou em qualquer outro Blog – e espero que gostem da minha proposta.

Farei recomendações e comentários breves (preguiça e política anti –spoiler) sobre filmes que assisto sejam eles dramas ou comédias, novos ou velhos, bons ou “ruins”. Serão impressões pessoais. Até porque, gosto é um treco muito subjetivo. Como sou bastante eclético acho que vez ou outra uma recomendação vai agradar.

Vou evitar o cliché chato de começar pelos clássicos recomendando uma COMÉDIA DE ZUMBIS. FIDO – O Mascote.

Dirigida por Andrew Currie, essa comédia canadense de 2006 se passa nos EUA dos anos 50 e imagina um mundo pós-guerra contra zumbis no qual os derrotados fazem parte do dia-a-dia das famílias trabalhando em subempregos.

Como em todo filme do gênero de G. Romero, é possível enxergar a manjada metáfora do conflito de classes e exclusão dos imigrantes, mas nesse filme o mais bacana mesmo é o ar de ironia e a leveza de não se levar a sério. Os caras chegam ao ponto de fazer referências ao filme da cadela Lassie! Humor negro com um pé no tosco. Hilário!

Ah, contar com Carrie-Anne Moss no elenco, a Trinity de Matrix, ajuda bastante também!

Espero que gostem! :)

Fido – O Mascote (Fido)

Canadá , 2006 – 91

Comédia

Direção:

Andrew Currie

Roteiro:

Andrew Currie

Elenco:

Carrie-Anne Moss, Billy Connolly, Dylan Baker e K’Sun Ray


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NOVIDADES NO BLOG UM METROSSEXUAL 2010

1 julho, 2010 por Gustavo Tijolo

Queridos Leitores, :)

Chegamos ao segundo semestre de 2010 (sim, o tempo voa…) e temos novidades aqui no blog.

A vida de todos os colunistas aqui no Blog está corrida e por isso, infelizmente, não conseguimos manter a regularidade de atualizações dos posts como gostaríamos, pensando nisso e nas sugestões de leitores convidamos mais duas pessoas para contribuírem com artigos para o blog, e eles são especialistas no assunto e irão abordar os seguintes temas: Cinema e Moda.

Para falar de Cinema, temos:

Camilo Lima, publicitário, carioca radicado em São Paulo desde 2000. Adora viagens, literatura e cinema, e no Blog contribui com suas impressões sobre filmes sem compromisso com gêneros, estilos ou épocas.

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E sobre Moda, temos:

Luciana Garcia, paulistana, é jornalista formada pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero e pós-graduada em Marketing pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Formada ainda em História da Moda e Produção de Moda pelo Senac São Paulo, é editora de livros especializados nessa área, tendo, entre seus trabalhos, Pelo mundo da moda de Lilian Pacce, Olhar atento, do casal designer Ventura, e História da roupa no Ocidente, tradução do francês de François Boucher, uma referência mundial. É ainda autora de diversos livros infanto-juvenis e premiada no setor editorial.

Além disso, estamos concorrendo novamente ao prêmio TOP BLOG, agora na edição 2010, ano passado vencemos milhares de blogs e fomos eleitos o melhor blog do Brasil na categoria Saúde em 2009, vejam “BLOG UM METROSSEXUAL É ELEITO O MELHOR BLOG NA CATEGORIA SAÚDE PELO TOPBLOG”

Então, aproveitando o assunto convidamos todos os leitores a contribuírem com seus votos clicando no selo abaixo:


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PROIBIDO FUMAR NO ESTADO DE SÃO PAULO LEI ANTIFUMO

13 agosto, 2009 por Gabriel Aguilar

Como já é do conhecimento de muitos, desde a sexta-feira passada é proibido fumar em locais fechados. Aquela velha historia da área de fumantes, que era, muitas vezes outro ambiente, acabou.

Sabemos que o cigarro compromete, de muitas formas a saúde, mas por outro lado parece ser que o espaço dos fumante ficou, praticamente restrito a tua própria casa e às ruas… então, a discussão está à mesa.

Antes de opinar contra ou a favor, vamos voltar um pouco no tempo e lembrar como um pouco da história do tabaco na América (sim, o Tabaco é da América!!!). Cristobal Colón (alguns podem haver visto escrito como Cristóvão Colombo, ou Critobal Colombo), em 1492, chegou a Bariay, em Cuba, e explorando a ilha encontrou algo que lhe chamou a atenção: os índios Taínos aspiravam a fumaça de uns rolos feitos de folhas secas. Ao voltar à base chamada Playa Blanca escreve em seu diário: os homens ia sempre com esse “rolinhos” recheados de uma certa folha seca, acendiam-no por um lado e pelo outro absorviam a fumaça. Parece ser que é tão forte que adormece a pele e quase parece que estão bêbedos… assim eles (os índios) não sentem a fadiga.  

Mas a historia dessa folha seca que Colombo descobriu é mais antiga, acredita-se que a planta seja oriunda da região dos Andes e que tenha chegado ao Caribe uns 2.000 ou 3.000 anos A.C. Assim, o que era novidade para o navegante genovês já era de uso dos índios em seus rituais mágicos e religiosos. Alguns historiadores concordam que era também usado como remédio e até como alimento. Muitos anos depois Walter Raleigh levou essa folha a Inglaterra e Jean Nicot, embaixador de França em Portugal (ele classificou a planta como Nicotiana Tabacum), o introduziu na corte francesa recomendando-o à rainha como um remédio para as suas enxaquecas.  

O Estado de São Paulo, ao aplicar a lei Antifumo, segue uma tendência de algumas grandes metrópoles como Buenos Aires, Paris e Nova York, que também proibiram fumar em locais fechados. A idéia é de preservar aos não fumantes (ou o que chamam de fumantes passivos) já que eles também são contaminados pela fumaça. Ontem estive num bar-adega, não posso negar que a experiência é ótima. Digo isso, porque em muitas ocasiões havia gente que fumava e não respeitava às pessoas que estava ao seu redor, soltavam a fumaça quase em tua cara. Sem contar que a roupa voltava com um cheiro bem desagradável. Vi muitas pessoas saindo do estabelecimento e fumando na rua.   

Sabemos que o cigarro traz muitos problemas à saúde, como as 4700 toxinas que possui, mas não sei até onde esta lei limita a vontade das pessoas. Não sou a favor e nem em contra, aliás, ainda não tenho uma opinião formada. Acredito que com o tempo veremos se de fato essa lei não trará prejuízos ao comércio. Pelo menos aquele bar, onde estava ontem, estava lotado, como sempre e todos numa boa.

E você, caro leitor, qual é a sua opinião: você é a favor ou em contra?

Esse vídeo é um da campanha do Governo do Estado, em que Mr. Burns, opss, quero dizer o doutor Drauzio Varella é o garoto propaganda.


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SAIBA MAIS DA GRIPE SUÍNA DIRETO DO MÉXICO

3 agosto, 2009 por Gabriel Aguilar

Recentemente, em minha viagem ao México, pude constatar uma série de fatores em relação à gripe A.A saga começo desde a saída no Brasil; e aqui vai uma dica para os viajantes, não coloquem nada liquido que tenha mais de 100 ml isso inclui água (é bem provável que muitos de vocês já saibam disto, porém me deixou sem jeito é saber que nenhuma garrafa de água poderia ser levada). Sim, por incrível que pareça, água. Li em algumas revistas que é saudável hidratar o corpo em viagens longas (a duração do vôo Brasil-México é de quase 09:30 hs) e também acho muito chato ter de chamar a cada hora as comissárias para que te tragam água, por isso eu sempre carrego a minha. Pois bem, ao passar pelos raios X, antes da policia federal, me tiraram a garrafa de água. Mas, tudo bem! Que seja em nome da segurança nacional.

Após quase dez horas, ao chegar ao aeroporto do México levei uma grande surpresa: construíram um novo terminal mega moderno. É muito legal chegar ao teu país (já que eu nasci aqui) e ver que muitas das coisas mudaram, que poucos aeroportos que conheço são tão bem equipados e belos como o novo terminal 2 na Cidade do México. Pois bem, a minha chegada foi o mais chato do que pude imaginar, quase uma hora para poder sair de lá. Primeiro deveria passar pelo registro da policia federal mexicana, até ai tudo bem, isso porque há duas filas: uma para os estrangeiros – muito longa- e outra que disse bienvenido paisano (embora no sul do Brasil – antigamente – usou-se este segundo termo deve ser entendido como o que nasceu no mesmo local, uma espécie de compatriota) passei por essa. Um detalhe antes de passar pela policia: há uma folha-questionário em que se deve informar alguns detalhes da saúde… Depois, antes de pegar a bagagem tive de passar por uma câmera infravermelha, que detectava a temperatura do corpo, se tua imagem aparecia meio laranja deverias passar ao posto de saúde para que fizessem uma triagem em relação à saúde e dizer onde ficaria e etc, etc, etc.

Passei, a minha imagem estava normal. Depois fui apanhar a bagagem que me acompanhava com algumas coisas brasileiras. Lá ao sair do aeroporto implicaram com o meu talco para os pés – que saco-, fizeram mil perguntas sobre o bendito talco, quase que coloco um pouco na ponta da língua para mostrar que só era talco e não coca. Será que com esta cara de latino que tenho pensaram que era traficante??? Finalmente sai do aeroporto e fui tomar o ônibus que me levaria à casa. Antes precisei cambiar um pouco de dinheiro local, a moeda mexicana é o peso, sua equivalência é de 6 pesos X 1 real. Uma dica para os que algum dia pisem esta terra da pimenta, a diferença de outros aeroportos é melhor fazer qualquer câmbio nas casas do aeroporto. E o melhor é levar dólares, já que o Real, são poucas as casas que o cambiarão e te pagarão muito pouco. Muitas das coisas são baratas, por exemplo, tomar um café-da-manhã num restaurante da rodoviária (claro um café mexicano, com ovos – ou um bife-, feijão, tortillas, pão doce, café, leite ou chocolate quente) custa $ 30 pesos, o equivalente a R$ 5.00. O ônibus da minha cidade custa $ 5 pesos, quase R$ 1.00.

Voltando ao assunto da gripe A, em muitos locais da cidade é possível ver que há postos médicos em que fazem uma consulta para ver como esta a tua saúde.

Parece que México, que esta vivendo em pleno verão, não se preocupa muito pela gripe. No ônibus que me levou ate a minha cidade só vi uma pessoa usando essa mascara. Aliás, também é possível comprar uma por 1 peso (o equivalente a uns 20 centavos de real) mas não vi nenhuma pessoa usando-a.

 Bom, por enquanto um pouco de notícias do meu país. Ah, antes de esquecer o Chaves deixou de ser transmitido como no Brasil, digo aquele da vizinhança, agora só passam o desenho animado, que também é transmitido no Brasil.


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DO QUE NÓS GOSTAMOS E PORQUE NOS CUIDAMOS?

17 junho, 2009 por Gabriel Aguilar

Dias destes assisti um pouco desses programas chatos de conselhos, aqueles que fazem alguns comentários meios “manipulados”, mas não é essa a questão.

O que eles tratavam (ou criticavam, era a postura do METROSSEXUAL, pois é, até disso eles se importam. Por um lado fiquei meio indignando por abordarem um assunto em que eles não têm tanto conhecimento e, claro, à luz de qualquer escrito sagrado podemos ser, muito facilmente, tachados de vaidosos – por tanto pecadores. Mas, como já disse não é essa a questão, diziam que os metrossexuais se cuidavam para os outros. ERRADO, claro que um ego ao lado de um elogio faz muito bem, contudo, acredito que nós nos cuidamos por nós mesmo.

Ou seja, os nossos cuidados são, em primeiro lugar, porque somos esse grupo que sabe valorizar a saúde, a vida e o que podemos ser. Em segundo lugar, porque queremos, de alguma forma mostrar que não nos importamos com preconceitos e que somos tão felizes como qualquer outro ser mortal. Também nos importamos pelo que os outros possam dizer, mas acho que esse não é tanto o nosso foco.

Navegando um pouco, encontrei este “mapa masculino” que fala dos cuidados que o homem tem e que mais se preocupa, já que elas, as mulheres, gostam mais…

Leia e tire as suas conclusões. (clique na imagem para ampliar)


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UM MANUAL DE METROSSEXUAIS?

19 maio, 2009 por Gabriel Aguilar

Os tempos e as circunstâncias nos apresentam motivações diferentes. Os valores vão mudando de acordo com as tendências, os modismos e principalmente com as “convenções sociais estabelecidas” (Bronckart, 2007). As convenções sociais, para o autor, são aqueles comportamentos, costumes e ações que se manifestam em nosso dia-a-dia e que de alguma forma se estabelecem alterando assim a linguagem, os hábitos, etc.

 Dentro desse âmbito social e histórico, eis que aparece um livro antigo de 1837, que achei numa das pesquisas e que é possível ler graças a um site de buscas: El hombre fino al gusto del día. Manual completo (O homem fino a gosto do dia. Manual completo) Acredito que a idéia contida no título possa ter uma abrangência mais completa sendo traduzida assim: O Homem fino de acordo com as exigências da atualidade e com isso nós podemos ver que não é só um livro daqueles tantos que nos dizem como devemos nos comportar à mesa, e nem mesmo pretende ser um daqueles chatinhos que dão dicas de boas maneiras e etiqueta, nos programas de TV. O que me chama a atenção é o fato de ser publicado um livro exclusivamente para homens, numa época, aliás, em que raramente um homem leria esse tipo de literatura.

 Lá, na página 172, trata dos cabelos, e destina um bom número de páginas ao estilo de cabelo e como se deve cuidar do mesmo, vejam um trecho do livro: Os cabelos não são simplesmente um enfeite, devem estar bem limpos e terem aquela flexibilidade viva que favorece as ondulações (naturais). Para manter os cabelos assim, é necessário que sejam penteados de manha e à noite. Quando for se deitar é recomendável que seja colocado uma touca, isso para evitar que se embaralhem e para que não cresçam em outra direção, isso também serve para preservá-los do pó do travesseiro e dos lençóis.

 E o resto das páginas segue, mais ou menos, o mesmo jeito de dar conselhos que qualquer metrossexual já segue. Há ainda um trecho bem interessante que fala da famosa “penteadeira”, móvel feminino, mas o legal é que a única diretriz que é manifestada é que se deve olhar ao espelho para ver como acordou com os cabelos. É, ainda, mais interessante ver que o homem sempre se cuidou e tem se cuidado e com certeza seguirá se cuidando, que até um manual com os primeiros conselhos para um metrossexual foi publicado na França e traduzido ao espanhol.

 Sei que são 233 páginas, mas vale a penar dar uma olhada e viajar um pouco no tempo e imaginar como seriam esses cuidados numa época em que não havia tantas cremes para homens, uma época em que não havia tantos cuidados explícitos para o homem. Legal, não?  Com isso reafirmamos que, de fato, o METROSSEXUAL é o homem moderno que olha além da sua época e de seus costumes.


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GRIPE SUÍNA, GRIPE AMERICANA, GRIPE MEXICANA

30 abril, 2009 por Gabriel Aguilar

Como se não bastasse essa Crise Econômica, agora temos outra preocupação: a bendita Gripe Suína. Não posso deixar de comentar o assunto, já que sou mexicano – de nascimento e de coração. E vejo que em muitas notícias quando se faz referencia à gripe, sempre aparece o meu país em foco.Essa gripe, que provem de um vírus que afetava aos porcos, de alguma forma, foi parar num ser humano. E como uma gripe comum se expandiu contaminando centenas de mexicanos (originariamente). Há, até, um estudo que fizeram com uma criança mexicana e ao que parece descobriram que ele é o foco, o primeiro que desenvolveu esse vírus. De fato, é algo com o que devemos nos preocupar e tomar alguns cuidados (principalmente se alguém for viajar para os países em que há pessoas com o vírus). No Brasil, ainda bem, ainda não há nenhum caso de Gripe Suína, o que pode se traduzir que estamos imunes ao vírus e/ou a uma possível propagação do mesmo.

Tenho lido um pouco, mais pela preocupação que tenho por uma boa parte de minha família – que ainda moram lá, no México, e o que os especialistas indicam é que continuemos com nossas vidas, normalmente fazendo os nossos exercícios físicos, com uma boa alimentação, em fim o que qualquer metrossexual já faz no seu cotidiano. O especialista ainda lembrou que não há vacina que “cure” essa gripe e que depende muito do organismo que recebe o vírus.

O site clicRBS, da umas dicas e esclarece um pouco sobre o assunto e ainda traz algumas dúvidas de leitores que são respondidas por especialistas.

Sem querer discutir o nome do vírus, acho que vale a pena dar uma olhada no site e estar atento a qualquer notícia que possa comprometer nossa saúde.

Vamos torcer para que não chegue a estas terras de Santa Cruz.

 

 


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