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QUAIS AS DIFERENÇAS ENTRE O ENSINO MÉDIO E A FACULDADE?

17 junho, 2014 por Gustavo Tijolo

Muitos estudantes ingressam na faculdade com o pensamento de que os métodos utilizados nos cursos superiores são os mesmos do ensino médio. Mas trata-se de um grande engano. Logo nas primeiras aulas os alunos podem perceber isso. As diferenças são grandes e, muitas vezes, é preciso um preparo para enfrentar essa mudança de hábitos.

estudante na faculdade

Na faculdade quem comanda suas ações é o próprio aluno, ao contrário do ensino médio, quando o corpo docente, formado por professores e coordenação, organiza todo o planejamento de estudos para o estudante. Para entender melhor, listamos abaixo algumas das principais diferenças, assim, você que está entrando na faculdade agora poderá compreender como funciona e o que mudará na sua vida de agora em diante.

Em relação a liberdade pessoal, enquanto no ensino médio você tem de seguir a maioria das normas à risca, na faculdade você será responsável por suas decisões e seu tempo. Um claro exemplo é que durante o colégio você era avisado sobre suas responsabilidades e corrigido se seu comportamento não estivesse adequado. Já na faculdade você deverá controlar seus afazeres e ser responsável pelo que faz e o que não faz.

Na faculdade, toda correspondência é enviada diretamente à você. Assim, deverá ler tudo que for te encaminhado e responder por esse conteúdo. No ensino médio, como sabemos, as correspondências são encaminhadas aos pais e eles são responsáveis por tudo que você faz no ambiente escolar.

A responsabilidade também será maior na questão financeira quando você ingressar no curso universitário. Qualquer necessidade básica deverá ser sanada por você. Já no colégio você só precisa de dinheiro para compras ou eventos especiais.

No ensino médio é comum o aluno precisar de uma autorização para participar de atividades extracurriculares. Na faculdade é o contrário, o estudante decide e controla quando deve participar de tais atividades, sem a necessidade de uma permissão específica.

Outras mudanças são percebidas em sala de aula, como a diminuição da carga horária. Enquanto no ensino médio o aluno costuma ter cerca de 30 horas semanais de aula, na faculdade a carga não costuma ultrapassar 16 horas. Além disso, o ano acadêmico é dividido em semestres e não em anos, como no colégio.

Na universidade algumas turmas podem chegar a ter 90 alunos, enquanto na escola esse número não passa de 35.

Livros universitários de estudos costumam ser mais caros que os usados no colégio, que por muitas vezes são até gratuitos ou fornecidos na biblioteca. Alguns estudantes chegam a gastar até R$ 800 em livros e materiais durante um semestre letivo de seu curso superior, dependendo da área.

Quem muda de comportamento também são os professores, que deixam de conferir as tarefas de casa. Na faculdade, eles deixam a decisão para você entre fazer ou não a tarefa ou estudar para uma prova. Durante o ensino médio, eles te lembram sobre trabalhos incompletos. Já na faculdade isso não acontece.

O controle de faltas também vira uma responsabilidade absolutamente sua durante o ensino superior. No ensino médio, os professores costumam controlar a ausência do aluno e alertá-lo sobre uma possível reprovação em decorrência desse problema.

Na faculdade o número de provas é menor. Mas não pense que isso facilita a aprovação, pois é necessário estudar todo o conteúdo do semestre e os testes são mais difíceis. Em caso de notas baixas, requisite uma prova de recuperação, se esta for disponível.

Uma dica para quem estiver ingressando na universidade é aproveitar e fazer uso de novas mídias, como aplicativos estudantis. Um bastante conhecido é o “Passei Direto“, que além de promover a integração entre alunos de diversas faculdades do país, tem acesso ilimitado à inúmeros conteúdos que vão facilitar o seu aprendizado.

Outra dica bacana é o instalar o Aldiko, um leitor de PDF e ePUB. Como o volume do material de leitura costuma ser grande, vale a pena pesquisar online e economizar na compra de livros e com xerox sempre que possível.

Por último, lembre-se que o ambiente universitário é de grande importância para o seu crescimento pessoal e até profissional. Por isso, a dedicação é o fator mais decisivo para de ser bem e tirar boa notas.


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O PIOR TRABALHO DO MUNDO – UMA COMÉDIA DO ROCK!

15 abril, 2011 por Camilo Lima

No post passado falei de uma comédia romântica, hoje vou falar de uma comédia escrachada dessas de dar gargalhadas histéricas!

“O pior trabalho do mundo” – escrito por Jason Segel (Ressaca de Amor) e Nicholas Stoller (Sim Senhor e As loucuras de Dick e Jane) com direção do último – é diversão garantida!

No filme, Aaron Green (Jonah Hill) é o estagiário de uma gravadora que em uma reunião sugere a reedição de um show histórico da banda Infant Child. Seu chefe gosta da idéia e lhe dá 72 horas para trazer Aldous – líder da banda – de Londres para Los Angeles a tempo do show.

Simples? Seria se Aldous Snow (Russel Brand) não fosse o caos em pessoa. Um coquetel de sexo, drogas e depressão causada pelo divórcio e atual ostracismo em sua carreira fazem com que os dois viagem no limite de prazos e abusem da sorte em situações completamente absurdas.

O filme é genial! Russel Brand está perfeito no papel, o ritmo é alucinado e a trilha sonora é uma mistura de letras politicamente incorretas e boa produção musical. Vale a pena a pesquisa (comece por “the clap”) no youtube!

Dá vontade de rasgar o paletó e levar uma vida mais rock and roll! 😉

O pior trabalho do Mundo – Get him to the Greek

(EUA,2010)

Elenco: Jonah Hill, Russell Brand, Elisabeth Moss, Rose Byrne, Colm Meaney, Sean Combs.

Direção: Nicholas Stoller

Gênero: Comédia

Duração: 109 min.


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HOJE É O ANIVERSÁRIO DE 3 ANOS DO BLOG UM METROSSEXUAL

1 março, 2011 por Gustavo Tijolo

Amigos,

É com muito prazer que escrevo esse post, há 3 anos iniciava o blog Um Metrossexual, no dia 01/03/2008, como uma proposta diferente, assumindo um estilo que ainda existe muito preconceito… Mas hoje 3 anos depois, com mais de 400 posts publicados, quase 6 mil comentários recebidos, e mais de 1 milhão de visitas vejo que a proposta de 3 anos atrás se consolidou, e hoje o blog é referência no assunto, já concedemos diversas entrevistas para mídia tradicional, participamos de pesquisas acadêmicas, campanhas publicitárias para grandes marcas e o melhor e mais importante de tudo, temos um feedback positivo de nossos leitores e amigos.

Então PARABÉNS a todos os envolvidos nesse projeto, no blog Um Metrossexual, aos colunistas pelo comprometimento e aos amigos que sempre apoiaram.

E vou mais longe, que o dia 1º de Março seja o dia do Homem Metrossexual, uma data que pode movimentar o mercado, que pode ganhar repercussão e colocar esse estilo ainda mais na moda.

Obrigado.

[ ] ´s

Gustavo Tijolo

Editor Chefe


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NADA COMO UM BELO PÉ NA BUNDA, RESSACA DE AMOR!

25 fevereiro, 2011 por Camilo Lima

Olá!

Vou inaugurar o ano de 2011 com um post sobre um gênero que assisto pouco… Comédias românticas. Percebi que estava devendo falar de uma por aqui, pois deve ser o tipo de filme mais alugado.

Esta é uma comédia romântica com alguns toques diferentes… O foco é no personagem masculino como no brilhante “500 dias com ela” (que merece um post mais para frente) e conta com personagens cômicos pouco usuais.

Em “Ressaca de Amor” estréia do diretor Nicholas Stoller, o músico talentoso, mas que não decolou profissionalmente, Peter Bretter (Jason Segel – Eu te amo, cara) não consegue esquecer sua ex-namorada, a famosa atriz de séries policiais Sarah Marshall (Kristen Bell), e resolve tirar férias no Havaí depois de se sentir vazio por passar o rodo na mulherada.

Filme

Mas o cara se ferra… Pois a ex foi para o mesmo hotel com o namorado atual, o Roqueiro Aldous Snow da banda Infant Sorrow (Russell Brand). Nada poderia ser pior… O cara fica mal, mas aí entra o fator comédia romântica e tudo dá certo!

Aí você me pergunta: o que você viu de diferente neste filme? Os atores coadjuvantes!

Filme

Russel Brand está impagável como astro do Rock inglês, metrossexual e comedor num período de 7 anos sem drogas ou álcool e Jonah Hill (gosto de todos os filmes com ele) como garçom e fã numero um de Aldous… por serem tão engraçados mereceram um filme só deles (O Pior Trabalho do Mundo)!

Vale a pipoca e uma pesquisa no youtube pelos clipes da banda de Aldous Snow!

Ressaca de Amor

Forgetting Sarah Marshall)

Estados Unidos, 2008

Comédia Romântica

Direção: Nicholas Stoller

Roteiro: Jason Segel

Elenco: Jason Segel, Kristen Bell (gatinha loira), Kristen Bell, (gatinha morena), Russell Brand, Jonah Hill


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FELIZ 2011, O ANO DO METROSSEXUAL

5 janeiro, 2011 por Gustavo Tijolo

Amigos,

Hoje voltamos com nossos posts, 2010 foi um ano de muitos desafios para todos nós da equipe do blog Um Metrossexual, e acabamos com o saldo positivo, alcançamos quase 1 milhão de visitas no blog, demos entrevistas para diversos veículos tradicionais de mídia, contribuímos para pesquisas de Faculdade, participamos de eventos, tivemos posts relevantes, enfim, foi um ano que além de desafios tivemos muitas conquistas.

Além disso, tivemos o prazer de receber 3 novos colunistas para contribuir com conteúdo aqui no blog, Luciana Garcia colunista de Moda, Camilo Lima colunista de Cinema e Thelma Canhete nossa sexóloga, a entrada desses profissionais na equipe do blog foi importantíssima para todas essas realizações.

E é com esse espiríto de realizações que iniciamos o ano de 2011, e se posso prever alguma coisa para 2011 é que esse será o ano da maturidade do homem metrossexual, do estilo metrossexual.

Agradeço a equipe de colunista aqui do blog pelo comprometimento e dedicação.

Desejo para todos um ano com muita saúde, muita paz, muito estilo, muitos músculos, muita moda, muito esporte, muito sexo!  :)

E deixo para vocês um vídeo antigo, mas com uma mensagem cada vez mais atual!

Feliz 2011!


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O METROSSEXUAL NA TELENOVELA MEXICANA

4 novembro, 2010 por Gisele Mota

Foi em uma novela mexicana que ouvi o termo METROSSEXUAL sendo dito em bom e alto som meses atrás! O personagem Eduardo interpretado pelo ator, Alejandro Ibarra, na trama é um homem que gosta de sentir-se bem, bonito, se preocupada em vestir as melhores roupas, ter as unhas e sobrancelhas feitas e é aí que o autor argentino Enrique Torres escreveu uma cena especialmente para os metrossexuais.

Os homens mexicanos são muito machistas, em geral, eles podem tudo, trabalham fora enquanto suas mulheres ficam em casa cuidando dos filhos e da casa. Já eles têm muitas amantes, não precisam dar satisfação a sua companheira de quanto ganham ou o que fazem de suas vidas. Os machistas acham tudo frescura, imagina escolher uma roupa para usar de acordo o que tá na moda, ou então fazer um penteado diferente, ou ainda comer comidas saudáveis, para eles isso não é coisa de homem.  É isso que é mais interessante, o autor com essa pequena cena, tenta quebrar o machismo de um povo. O homem pode sim se cuidar, querer o melhor para si, respeitar as mulheres, amá-las, e nem por isso vai perder sua masculinidade.

Para a maioria dos brasileiros as novelas mexicanas são de muito mau gosto, com cenários ruins, iluminação precária, há o abuso da maquiagem e os personagens são estereotipados, a mocinha é sempre boa, o vilão é sempre mal. Por muitos anos a Televisa fez telenovelas água com açúcar, mas começou a perder audiência e por essa briga resolveu rever seus conceitos.  Rosy Ocampo é o nome da produtora executiva que recebeu a missão de mudar o rumo da emissora. Rosy começou o movimento chamado “Telenovelas de Vanguarda” e com ela recuperou a confiança dos telespectadores que estavam cansados de não se identificarem com o que assistiam.

A produção “Las Tontas no Van ao Cielo” foi a primeira nessa linha, produzida em 2008. A telenovela era exibida no Brasil pelo SBT de segunda a sexta-feira as 16h00. A proposta da Rosy e do autor Enrique Torres é justamente dramatizar situações originais, o dia a dia como ele é. O Enrique rompe com o antigo modelo de telenovela mexicana e traz a história para mais perto daquilo que conhecemos como novela brasileira. Há uma preocupação em mostrar a realidade e como os metrossexuais estão em alta em todo o mundo, também vieram fazer parte desta revolucionária telenovela.

Vejam abaixo a cena que foi exibida no Brasil dia 20/07/2010. Espero que gostem! :)


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MELHORES E ÚNICOS AMIGOS, ACREDITE!

7 outubro, 2010 por Camilo Lima

Olá!

No ultimo post comentei sobre um filme que mostrava uma amizade improvável entre um professor universitário e um imigrante ilegal em NY, hoje vou falar de uma muito sensível, bem feita e engraçada animação em stop motion que também fala sobre amizades improváveis.

Em Mary e Max – escrita e dirigida por Adam Elliot (ganhador do Oscar de melhor curta animado em 2004 com Harvie Krumpet) – nos deparamos com um hábito ultrapassado, os protagonistas trocam cartas! Mas não cartas comuns, são questionamentos existenciais e verdadeiros tratados filosóficos escritos por uma menininha da Austrália e um senhor de meia idade em Nova York que têm dificuldade de entender e se ajustar à sociedade.

Achou bizarro? E se eu disser que a menininha,Mary, é super esquisitinha e filha de pais BEEEM desajustados e que o senhor de meia idade, Max (voz de Philip Seymour Hoffman), tem graves distúrbios neurológicos (Síndrome de Asperger)?

Pois bem, o filmo é do jeito que eu gosto – personagens freak, roteiro inteligente e improvável com muito humor negro permeando todo o filme além de um cuidado visual incrível!

Nesta animação que não tem nada de desenho animado da Disney (não me entendam mal, eu adoro desenho animado da Disney). Os personagens não são fofinhos ou perfeitos, e para ajudar a transmitir a imperfeição interior dos protagonistas, cenários e bonecos são extremamente caricaturados.

“Bonecos muito simples e cenários extremamente complexos. Nada é reto, nada é limpo e se uma pomba aparece, a chance de ela cagar é grande.”

Mas tudo isso é secundário, pois o grande lance do filme é a amizade verdadeira que nasce entre os dois protagonistas que vivem em lados opostos do globo e que apesar de aparentemente tão diferentes, se entendem como mais ninguém.

Filmaço, e quem puder alugue em Blue Ray para ver o final alternativo… Macabro! :)

Mary e Max – Uma Amizade Diferente

Mary and Max

Austrália , 2009 – 92 min.

Animação adulta / Drama

Direção:

Adam Elliot

Roteiro:

Adam Elliot

Elenco:

Toni Collette, Philip Seymour Hoffman, Eric Bana, Barry Humphries


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TEM IMIGRANTES ILEGAIS NO MEU APARTAMENTO

27 agosto, 2010 por Camilo Lima

Olá, no ultimo post falei de árabes e Judeus disputando espaço na fronteira de Israel, hoje vou falar de um filme que tem como cenário a situação de imigrantes nos EUA. O belo “O Visitante”, do diretor e roteirista Thomas McCarthy, estabelece uma metáfora interessante quando compara duas reações distintas à uma mesma situação – o contato com o novo e o diferente.

No micro, o professor viúvo Walter Vale (Richard Jenkins) se arrasta no marasmo de sua rotina até que sua vida se transforma ao viajar a trabalho para Nova York. Chegando ao seu apartamento – que não visitava há anos – encontra um jovem casal de imigrantes ilegais que ocupa o imóvel sem que ele saiba. Passa a conviver com esses hóspedes, que a princípio não foram convidados, e por caridade, curiosidade ou necessidade de mudança ali ficaram. Ficaram e despertaram o lado leve e alegre do viúvo inerte.

No Macro, esse hóspede é um imigrante ilegal que passa a ser perseguido pelo governo americano. Esse imigrante é um músico talentoso que teria muito a acrescentar, mas regras são regras…

O filme nos mostra que a inércia não traz nada de bom e que quando nos abrimos para o mundo podemos nos tornar melhores pessoas.

É verdade que o filme aborda a questão das políticas de imigração com certa ingenuidade, mas como acredito que isso é o contexto e não o tema central da obra não chega a comprometer…bom filme: sensível, bom argumento e atuações convincentes.

Espero que gostem! :)

O visitante – The Visitor

EUA , 2007 – 108 min

Drama

Direção:

Thomas McCarthy

Roteiro:

Thomas McCarthy

Elenco:

Richard Jenkins, Haaz Sleiman, Danai Gurira, Hiam Abbass


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PALESTINA/ ISRAEL – GOSTO AZEDO DE LIMÃO

13 agosto, 2010 por Camilo Lima

Olá! Hoje vou comentar sobre Lemon Tree do diretor israelense Eran Riklis.

O filme ganhou o Prêmio do Público no Festival de Berlim e quando assisti fiquei muito decepcionado. Decepcionado por que não o vi no cinema enquanto ainda estava em cartaz, mesmo tendo ficado muito interessado pelo pôster quando morava em Madrid. Bem, melhor assim…agora posso recomendar para vocês!

Trata-se de uma estória sensível em meio ao choque de culturas. Salma Zidane (Hiam Abbas) é uma viúva Palestina – pra quem gosta de coroas ainda dá um bom caldo – que vive tranqüila colhendo limões do pomar que herdou do pai. Tudo muito bem se esse pomar não ficasse nos limites da região da Cisjordânia na fronteira com Israel e se seu novo vizinho não fosse o Ministro da Defesa Israelense.

A vida da viúva vira um inferno, câmeras e seguranças para todo o lado e do nada a pobre coitada ainda se vê proibida de freqüentar o próprio pomar por oferecer riscos a segurança nacional de Israel. O Pomar deve ser destruído pois pode abrigar terroristas mal intencionados!

O que ela faz? Resolve processar o Estado. Fácil, né não? A situação é tão adversa para a viúva e a intolerância de seus adversários é tão grande que chega a dar raiva. Em situações assim, fica claro que quando o diálogo fica em segundo plano ninguém pode ganhar nada… quer dizer, os advogados conseguem garantir o seu.

Aviso que o filme é um pouco lento, mas a cena final é brilhante e a esposa do ministro também não é de se jogar fora não! Pronto, não vou falar mais nada para não estragar.

Espero que gostem!

Etz Limon /Lemon Tree

Drama – 106 min

Israel, Alemanha, França – 2008

Diretor:

Eran Riklis

Elenco:

Hiam Abbass, Doron Tavory, Ali Suliman, Rona Lipaz-Michael, Tarik Kopty, Amos La


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OS JUDEUS CONTRA-ATACAM

6 agosto, 2010 por Camilo Lima

Olá, espero que tenham gargalhado com o último filme porque hoje vou falar de um bom filme que tem de tudo um pouco mas não tem nada de engaraçado: cenas eletrizantes de combate, questionamentos político-sociais e filosóficos, drama e romance.

Um Ato de Liberdade” do diretor Edward Zwick (Diamantes de Sangue e O Último Samurai) é um drama de guerra ambientado na Bielorrúsia durante a segunda guerra mundial. Conta uma história real muito interessante com bela fotografia e uma combinação de cenas de ação e atuações convincentes.

Tuvia (Daniel Craig), Zus (Liev Schreiber -X-Men Origens) e Asael (Jamie Bell – Billy Elliot) são os irmãos Bielski. Sobreviventes judeus de um ataque que matou seus pais na fazenda onde viviam. Os irmãos se refugiam passando a viver na floresta da região, local que passa a receber a cada dia, mais e mais sobreviventes virando um pólo de resistência ao exército alemão e questão de honra para o Fuher. O desejo de sobreviver gera dois comportamentos: a organização em comunidade com seus conflitos naturais exacerbados pela escassez, e a vontade de reagir. O filme lembra em alguns aspectos, Bastardos Inglórios do Tarantino e O Senhor das Moscas pois mostra personagens que se recusam a ser vítimas e por mostrar a dificuldade da vida em sociedade sem um braço forte no comando.

O filme mostra também um aspecto da segunda guerra que dificilmente é mostrado por Hollywood, a participação contundente da Rússia para a vitória dos aliados seja com batalhões tradicionais, seja com combates dos guerrilheiros partizans.

Na guerra o homem revela seus limites e todas as nuances de sentimentos são exacerbados.

Bom filme para aprender, refletir e se divertir!

Um Ato de Liberdade (Defiance)

EUA , 2008 – 137

Drama / Guerra

Direção:

Edward Zwick

Roteiro:

Clayton Frohman, Edward Zwick

Elenco:

Daniel Craig, Liev Schreiber, Jamie Bell, Alexa Davalos


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