CUIDADO COM A DOENÇA DO BEIJO |

CUIDADO COM A DOENÇA DO BEIJO

4 março, 2011 por Gustavo Tijolo

Carnaval ta aí, todo mundo indo viajar, marcando baladas e festas, muita bebida, muita curtição e muito beijo.

Legal, todo mundo tem que se divertir e curtir, mas cuidado! Sair beijando um monte por aí pode causar sérios problemas!

Recebi um texto muito legal da Sociedade Brasileira de Clínica Médica/SP e vou compartilhar com vocês aqui no blog!

Uma das que sempre atacam nesta época do ano é a ‘Mononucleose infecciosa’. Caracterizada pela febre, dor na garganta e aumento dos gânglios linfáticos – localizados no pescoço. Você deve está imaginando: Mas eu senti isso várias vezes e nunca imaginei que fosse essa doença. Pois é… O vírus Epstein-Barr ataca os glóbulos brancos que estão localizados nos gânglios linfáticos. Embora essa infecção seja muito freqüente, no carnaval, ela aparece mais comumente e todos ficam imaginando que seja por causa da cerveja gelada de madrugada. Como se dá a transmissão? Simplesmente pelo beijo com outra pessoa infectada ou por outro contato íntimo.

Ela é conhecida em alguns locais como doença do beijo! Existe remédio ou medicamento? NÃO! Trata-se de uma virose, logo, os remédios são contra as dores, o mal-estar, mas não contra a doença em si. Em quais casos essa doença pode ser um estrago total? Quando o indivíduo possui alguma doença imunossupressora como a AIDS, por exemplo! O segredo é o velho repouso, mas em época de carnaval quem vai querer saber de repousar? Se você conseguir e tiver disposição para levantar da cama e pular atrás de um trio elétrico, boa sorte!

Outra doença bastante comum é a ‘Herpes Labial’. A maioria das pessoas tem certa aversão e bastante preconceito com a coitada da doença porque pensam que trata-se exclusivamente de uma DST.

Manifesta-se pelo aparecimento de vesículas – bolhinhas de água – cheias de líquido na pele ou nas mucosas, ao redor da boca. Alguns dias antes podem surgir queimação no local, ou comichão – aquela vontade de coçar.

Caudada pelo vírus chamado Herpes simples que após o desaparecimento das lesões fica no organismo de modo inativo. Depois dessa primeira aparição, podem surgir periodicamente quando o estado imunológico da pessoa está vulnerável, ou ainda, devido a exposição solar, estado febril ou estado físico.

Um dos modos de transmissão é através do contato com secreção bucal e pode estar na pele mesmo sem vesículas aparentes. A cura das lesões pode levar de duas a três semanas.

O maior problema desse vírus é que pode causar também a Herpes Genital ou Tipo 2, quando a genitália entra em contato com o vírus de ‘alguma maneira’.

O tratamento é simples, basta manter o local das lesões limpo, lavando com água e sabonete. Existem pastas e pomadas antivirais que podem ser úteis.

Não devemos esquecer-nos das bebidas alcoólicas. Elas dão a sensação de poder e podem ser as principais responsáveis pela causa de acidentes de trânsito, atropelamento, afogamento entre outras.

Neste carnaval, beba com moderação, o contágio por doenças sexualmente transmissíveis e pela AIDS estão muito relacionadas à bebida alcoólica demasiada.

Não deixe que o carnaval tire a sua saúde pelo resto da sua vida!

Fonte: Sociedade Brasileira de Clínica Médica/SP


Este post foi criado em: sexta-feira, 4 março, 2011 ás 6:09 pm na categoria Saúde. Você pode seguir qualquer resposta para essa entrada pelo RSS 2.0 feed. Se preferir pode deixar uma resposta, ou trackback do seu próprio site.

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